domingo, 31 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Homenagem á médium Paula Leite
Nossas vidas se cruzaram de repente e, quando vi, já
era tarde… Hoje, eu e você somos apenas um, e é por isso que preciso dizer
obrigado por você existir e ter surgido na minha vida.
Gustavo
terça-feira, 12 de agosto de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Prece da Gratidão
Senhor, muito obrigado, pelo que me deste,
pelo que me dás!
pelo ar, pelo pão, pela paz!
Muito obrigado, pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza.
Olhos que contemplam o céu cor de anil, e se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil!
Pela minha faculdade de ver, pelos cegos eu quero interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão, por eles eu oro e a Ti imploro comiseração, pois eu sei que depois dessa lida, numa outra vida, eles enxergarão!
Senhor, muito obrigado pelos ouvidos meus.
Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro.
Ouvidos que ouvem a música do povo, que desce do morro na praça a cantar.
A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais.
Diante de minha capacidade de ouvir,
pelos surdos eu te quero pedir, pois eu sei, que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir!
Muito obrigado Senhor, pela minha voz!
Mas também pela voz que canta, que ensina, que consola.
Pela voz que com emoção, profere uma sentida oração!
Pela minha capacidade de falar, pelos mudos eu Te quero rogar, pois eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão!
Muito obrigado Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham.
Mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos.
Mãos de poesias, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias, mãos que numa noite fria, cuida ou lava louça numa pia.
Mãos que a beira de uma sepultura, abraça alguém com ternura, num momento de amargura.
Mãos que no seio, agasalham o filho de um corpo alheio, sem receio.
E meus pés que me levam a caminhar, sem reclamar.
Porque eu vejo na Terra amputados, deformados, aleijados...e eu posso bailar!!...
Por eles eu oro, e a ti imploro, porque eu sei que depois dessa expiação, numa outra situação,
eles também bailarão.
Por fim Senhor, muito obrigado pelo meu lar!
Pois é tão maravilhoso ter um lar...
Não importa se este lar é uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, seja lá o que for!
O importante é que dentro dele exista a presença da harmonia e do amor!
O amor de mãe, de pai, de irmão, de uma companheira...
De alguém que nos dê a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é tão doloroso viver na solidão!
Mas se eu ninguém tiver, nem um teto para me agasalhar, uma cama para eu deitar, um ombro para eu chorar, ou alguém para desabafar..., não reclamarei, não lastimarei, nem blasfemarei.
Porque eu tenho a Ti!
Então muito obrigado porque eu nasci!
E pelo teu amor, teu sacrifício, tua paixão por nós,
Muito obrigado Senhor!
pelo ar, pelo pão, pela paz!
Muito obrigado, pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza.
Olhos que contemplam o céu cor de anil, e se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil!
Pela minha faculdade de ver, pelos cegos eu quero interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão, por eles eu oro e a Ti imploro comiseração, pois eu sei que depois dessa lida, numa outra vida, eles enxergarão!
Senhor, muito obrigado pelos ouvidos meus.
Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no rosto do mundo inteiro.
Ouvidos que ouvem a música do povo, que desce do morro na praça a cantar.
A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais.
Diante de minha capacidade de ouvir,
pelos surdos eu te quero pedir, pois eu sei, que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir!
Muito obrigado Senhor, pela minha voz!
Mas também pela voz que canta, que ensina, que consola.
Pela voz que com emoção, profere uma sentida oração!
Pela minha capacidade de falar, pelos mudos eu Te quero rogar, pois eu sei que depois desta dor, no teu reino de amor, eles também cantarão!
Muito obrigado Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham.
Mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos.
Mãos de poesias, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias, mãos que numa noite fria, cuida ou lava louça numa pia.
Mãos que a beira de uma sepultura, abraça alguém com ternura, num momento de amargura.
Mãos que no seio, agasalham o filho de um corpo alheio, sem receio.
E meus pés que me levam a caminhar, sem reclamar.
Porque eu vejo na Terra amputados, deformados, aleijados...e eu posso bailar!!...
Por eles eu oro, e a ti imploro, porque eu sei que depois dessa expiação, numa outra situação,
eles também bailarão.
Por fim Senhor, muito obrigado pelo meu lar!
Pois é tão maravilhoso ter um lar...
Não importa se este lar é uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, seja lá o que for!
O importante é que dentro dele exista a presença da harmonia e do amor!
O amor de mãe, de pai, de irmão, de uma companheira...
De alguém que nos dê a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é tão doloroso viver na solidão!
Mas se eu ninguém tiver, nem um teto para me agasalhar, uma cama para eu deitar, um ombro para eu chorar, ou alguém para desabafar..., não reclamarei, não lastimarei, nem blasfemarei.
Porque eu tenho a Ti!
Então muito obrigado porque eu nasci!
E pelo teu amor, teu sacrifício, tua paixão por nós,
Muito obrigado Senhor!
Divaldo Pereira Franco
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Saberes diferentes
Narra-se
que, num largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as
pessoas de um lado para outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma
professora.
Como
quem gosta de falar muito e com ar altivo, o advogado pergunta ao barqueiro:
Companheiro, você entende de leis? Não. Responde o barqueiro. E o advogado
compadecido acrescenta: É pena... Você perdeu metade de sua vida!
A
professora, então, muito social, adentra na conversa: Seu barqueiro, você sabe
ler e escrever? Também não. Responde o remador. Que pena! - condói-se a mestra.
Você perdeu metade de sua vida! Nisso, uma onda muito forte vira o barco.
O
canoeiro, preocupado, pergunta: Vocês dois sabem nadar? Não! Responderam eles
rapidamente, em conjunto. Então é pena! - conclui o barqueiro - vocês perderam
toda sua vida!
O
texto do educador Paulo Freire mostra, com bom humor e profundidade, que não há
saber maior ou saber menor, apenas saberes diferentes. Todos somos importantes
e sempre temos algo a contribuir para com a sociedade.
Cada
um com suas habilidades, na sua área de conhecimento específico, fazemos parte
de uma grande engrenagem, tanto na Terra, como no Cosmos. Para que essa
engrenagem funcione bem, os dentes precisam estar bem encaixados, uns
oferecendo, outros recebendo e vice-versa.
Juntos
formamos um organismo completo, onde as pequenas e importantes peças, sempre
solidárias entre si, complementam-se, preenchendo as deficiências umas das
outras. A Lei maior do progresso dita que todos, um dia, saberemos tudo sobre
tudo. Porém, neste longo caminho a ser trilhado, vamos adquirindo tais
conhecimentos gradualmente.
A
Sabedoria Divina, sempre fabulosa, faz com que tenhamos uma interdependência
entre nós, para que nos ajudemos mutuamente e não nos isolemos.
Desta
forma as sociedades precisam dos advogados, das professoras, dos médicos. Mas
também carecem dos barqueiros, dos garis, dos músicos, etc. É nisto que está a
beleza da vida, das habilidades que se complementam e se auxiliam para que
todos possam não só viver, mas bem viver .
REFLETINDO...
Nunca
desmereça os serviços aparentemente simples e maquinais. Os trabalhos manuais
enriquecem a alma, da mesma forma que aqueles que exigem muitos conhecimentos.
Cada
um deve servir com suas forças, com aquilo que tem de melhor. Nossas diferenças
nos enriquecem nos fazem aprender uns com os outros em toda ocasião.
Aproveitemos as oportunidades de aprender com o diferente, construindo no
íntimo as virtudes da humildade e do respeito. Viva a diferença que pode
conviver em harmonia!
PENSE
NISSO!
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Aos amigos da vida
Existem pessoas
em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o
nosso caminho.
Algumas
percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos
entre um passo e outro.
A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos
de amigos.
Talvez cada
folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que
nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe.
Mostram o que é
ter vida.
Depois vem o
amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a
conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino
nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso
caminho.
Muitos desses
denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem
quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...
Às vezes, um
desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado de amigo
namorado.
Esse dá brilho
aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.
Mas também há
aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
Esses costumam
colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto.
Falando em
perto, não podemos esquecer-nos dos amigos distantes.
Aqueles que
ficam nas pontas dos galhos, mas que, quando o vento sopra, sempre aparecem
novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa,
o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas
nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que
caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria.
Lembranças de
momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho.
Desejo a você,
folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade...
Hoje e
Sempre... simplesmente porque:
Cada pessoa que
passa em nossa vida é única.
Sempre deixa um
pouco de si e leva um pouco de nós.
Há os que
levaram muito, mas não há os que não deixaram nada.
Esta é a maior
responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se
encontram por acaso.
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