segunda-feira, 26 de junho de 2017

O auxílio virá



O problema que te preocupa talvez te pareça excessivamente amargo ao coração.
E tão amargo que talvez não possas comentá-lo, de pronto.
Às vezes, a sombra interior é tamanha que tens a idéia de haver perdido o próprio rumo.
Entretanto, não esmoreças.
Abraça o dever que a vida te assinala.Serve e ora.
A prece te renovará energias.
O trabalho te auxiliará.
Deus não nos abandonará.
Fazê silêncio e não te queixes.
Alegra-te e espera porque o Céu te socorrerá.
Por meios que desconheces, Deus permanece agindo.

Pelo espírito Emmanuel
Piscog. Chico Xavier


sábado, 24 de junho de 2017

Xangô


Pai Xangô está assentado na Linha da Justiça e está em tudo que gera habilidade no trato das relações humanas ou nos governos, de um modo geral. Xangô é a ideologia, a decisão, a vontade, a iniciativa. É a solidez, a organização, o trabalho, a discussão pela melhora, o progresso social e cultural, a voz do povo, a vontade de vencer. Também é o sentido de realeza, o espírito nobre das pessoas, o poder de liderança.Para Xangô, a Justiça está acima de tudo e sem ela nenhuma conquista vale a pena: o respeito pelo rei é mais importante que o medo. É o protetor dos juízes e operadores do Direito em geral. Invocamos Pai Xangô para devolver o equilíbrio e a razão aos seres exageradamente emocionados e desequilibrados e também para clamar pela Justiça Divina, visando o corte de demandas cármicas para recuperamos o equilíbrio e a saúde espiritual, mental, emocional e física. Além disso, tudo o que se refere a estudos, a disputas judiciais, a contratos e a documentos “trancados” pertence ao campo de atuação de Pai Xangô.Quando pedimos a intervenção da Justiça Divina é preciso lembrar que ela vai atuar em primeiro lugar em nós mesmos, verificando o quanto temos sido justos com a nossa própria vida e com os nossos semelhantes. A balança da Justiça pesa os dois lados de uma questão. E a machadinha dupla de Xangô corta tudo que não esteja de acordo com a Justiça Divina, para só então trazer o equilíbrio, a razão e a estabilidade, sempre de acordo com a nossa necessidade e o nosso merecimento.




segunda-feira, 5 de junho de 2017

História Maria Mulambo

Maria Mulambo nasceu em berço de ouro, cercada de luxo, linda e delicada, sempre tratada com carinho e as pessoas a chamavam de princesinha.Aos 15 anos, foi pedida em casamento para enlace com o filho do Rei de 40 anos, mas foi um casamento sem amor, apenas para unir fortuna. Passaram-se muitos anos e Maria não engravidava e o Rei precisava de um sucessor. Maria sofria em um casamento sem amor e ainda chamavam-na de árvore seca. Nessa época, toda mulher que não tinha filhos era chamada desse nome, além de ser amaldiçoada.
Paralelamente a isso, Maria praticava a caridade, vivia no meio de povoados pobres ajudando os doentes. Nessas idas e vindas, conheceu um homem dois anos mais velho que ela, era viúvo recentemente e tinha três filhos dos quais cuidava com muito amor e carinho. Foi amor à primeira vista, mas os dois não se aceitavam.O rei morreu, o príncipe foi coroado e Maria considerada rainha daquele país. O povo adorava Maria, mas alguns com inveja a consideravam árvore seca.No dia da coroação, o povo não sabia o que oferecer a Maria, então, fizeram um tapete de flores para que ela fosse conduzida ao local. Maria se emocionou, mas o Príncipe, agora Rei, não gostou. Ao chegara a casa, trancou-a no quarto e lhe deu a maior surra e a partir daí, Maria sofria muito com diversos socos e pontapés diários.
Mesmo machucada, Maria não parou com a caridade. Foi aí que seu amado resolveu se declarar e pediu para que eles fugissem escondidos, assim viveriam aquele grande amor. Combinaram tudo! As crianças ficariam com os pais do rapaz até que tudo se normalizasse. Maria fugiu apenas com a roupa do corpo, deixando toda riqueza para trás.
Maria passou a viver na pobreza, mas era feliz e engravidou! A notícia correu por todo o país e chegou aos ouvidos do Rei. Ele se desesperou em constatar que era a árvore seca. Ficou louco e desejava muito limpar sua honra.Sendo assim, o Rei pediu para que os guardas prendessem Maria que passou a ser chamada de Maria Mulambo. Ele ordenou que amarrassem duas pedras aos pés de Maria e a jogassem na parte mais funda do rio.Ninguém ficou sabendo desse crime, mas sete dias depois do acontecido, começaram a nascer flores às margens do rio, o que nunca havia ocorrido naquele local e também havia abundância de peixes.Seu amado desconfiou e mergulhou nas águas do rio, encontrando o corpo de Maria que mesmo depois de dias estava intacto. Seus mulambos haviam se transformado em roupa de rainha coberta de joias. Velaram seu corpo e fizeram uma cerimônia digna de rainha e, posteriormente, cremaram seu corpo. Logo após, o Rei enlouqueceu e seu amado nunca mais se casou.
Sua missão é tratar do lixo espiritual, curar depressão e fazer cada um confiar mais em si e em sua própria potencialidade!
Laroiê Mulher Maria Mulambo!!!
 Salve! Salve!


segunda-feira, 29 de maio de 2017

POR QUE BUSCAMOS JESUS NA CASA RELIGIOSA?

Emmanuel afirma no livro A Caminho da Luz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, que Jesus é o governador de nosso planeta. Tem a tarefa de conduzir as coletividades que aqui evoluem desde que a Terra desprendeu-se do Sol, massa de fogo incandescente, há aproximadamente quatro bilhões e quinhentos milhões de anos. Preposto de Deus, Jesus foi convocado pelo Criador para essa elevada missão. Encarnou na Terra uma única encarnação. Foi criado simples e ignorante, ou seja, sua evolução não aconteceu em linha reta como muitos acreditam. Porque os desacertos fazem parte de nosso aprendizado. Aprendemos com os próprios erros, observando a lei de causa e efeito. Seria injusto Deus ter seus eleitos, privilegiando uns e outros não. Jesus está onde chegaremos um dia, mas esteve, um dia, onde estagiamos hoje. Viveu seu aprendizado alhures, em outros mundos.POR QUE BUSCAMOS JESUS NO CENTRO ESPÍRITA, NO TEMPLO PROTESTANTE, NA IGREJA CATÓLICA OU EM OUTRA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA CRISTÃ? Para buscar uma vida mais equilibrada e digna? Refletir a respeito de nossas responsabilidades? Superar vícios e mazelas? Participar nos serviços do Bem? Ou apenas desejamos que Jesus: Remova nossas dificuldades? Solucione nossos problemas? Restaure nossa saúde? Conceda-nos a felicidade? Não é isso uma espécie de escambo, uma troca que não envolve dinheiro? Dou minha presença, submeto-me ao culto com a intenção de algo receber? Tanto é assim que muita gente deixa de participar porque não recebeu o benefício que buscava, o favor que esperava. ISSO É COMERCIALIZAR O SAGRADO. Nas atividades religiosas costumamos ouvir: Se receber as bênçãos desejadas serei um contribuinte; Se resolver meus problemas trabalharei pelos pobres; Se alcançar a cura serei uma pessoa melhor. Há quem faz adiantamentos: Uma visita a família carente; Um exercício de tolerância.Alguns pregadores exploram essa tendência. Parecem camelôs a pregoar o seu produto, como se a felicidade fosse uma mercadoria, não uma realização íntima. Há fiéis que enunciam seus projetos de comércio com a divindade na forma de promessas solenes a serem cumpridas depois de receberem os benefícios desejados. Algumas são bastante ingênuas, relacionadas com inúteis mortificações como: Carregar cruz; Subir escadarias de joelhos; Privar-se de alimentos; etc. Onde no Evangelho mostra Jesus ensinando estas atitudes? Ele não quer que mortifiquemos o corpo e sim a alma, abrandando o coração, modificando nossas atitudes para melhor; eliminando ódios, rancores, vinganças, preconceitos, explorações. Porque o grande ensinamento de Jesus foi o AMOR. Se amamos realmente a nós mesmos, não permitimos a autoagressão através dos vícios, morais ou físicos. Se nos amamos, buscamos a educação moral e intelectual; Se amamos nosso semelhante, nunca nos permitiremos a desonestidade, a raiva, a inveja, a agressão e, muito menos, a indiferença. Se amamos Jesus, buscamos a luz dentro de nós mesmos, compreendendo que viver é aprender a servir para o bem. Não é difícil entender que para se viver com o Guia da Terra em experiência integradora, devemos desenvolver em nosso caráter o que existe de mais sóbrio, de mais lúcido e grandioso, engajando-nos na verdadeira educação. Mas, infelizmente, muitos ainda buscam o mesmo que o povo daquela época buscava. Vemos hoje muitos chegando à religião, submetendo-se aos rituais, cultos, dogmas, “buscando graças variadas”, etc., mas não se transformam, não buscam saber o que Jesus espera delas. Converter-se não é só a palavra e o conhecimento, converter-se é transformar a palavra e o conhecimento em ação. Porque há muitas pessoas que, na aparência, mostram seguir Jesus, mas, de fato, não o seguem; ao passo que, muitos que parecem não seguir, estão a caminho com Ele. Por isso, em defesa de nossa paz, não devemos buscar o culto religioso como um canal aberto para obter favores do Céu. Melhor situá-lo como uma convocação para fazer o que o Céu espera de nós. Mas afinal, qual a nossa resposta para essa pergunta: “POR QUE BUSCAMOS JESUS NO CENTRO ESPÍRITA?”


sábado, 27 de maio de 2017

Dia do cambone – 27 de maio



Ser médium cambone é ter o prazer de servir com humildade.
É ter as bençãos de aprender a cada trabalho.
É ter a proteção e o carinho das entidades que servimos.
É ter a alegria de receber um colo de Preto-Velho, um abraço de um Caboclo, um “a bença tia” de uma Criança, uma dança com um Baiano, uma palavra séria e amiga de um Exú e aprender com eles tudo que for possível sempre.
Ser cambone também é escrever rápido.
Cambone é uma das atividades exercidas nos terreiros de Umbanda que merece uma atenção muito especial, dada a sua importância como auxiliar das entidades, dos médiuns e dos dirigentes do Terreiro.
Como auxiliar das entidades, cabe ao cambone ser o interprete da mensagem entre a entidade e o consulente, além de um defensor da entidade e da integridade física do médium.
Cabe a ele cuidar do material da entidade, orientar o que acontece em sua volta e também ajudar o entendimento do consulente, pois a linguagem do espírito nem sempre é entendida, mas ao cambone fica claro já pela sua intimidade com o comportamento do espírito que ele serve.
Por outro lado a posição do cambone nem sempre é confortável pois algumas vezes cabe a ele fiscalizar também o comportamento da entidade que, se por uma razão ou outra, fugir da normalidade deve imediatamente avisar a direção do terreiro.
O limite da intimidade do consulente com o espírito ou o médium deve ser fiscalizado pelo cambone para evitar mal entendidos e desajustes de informações.
Finalmente ao cambone é dada uma oportunidade especial de conhecer mais a Umbanda e a forma das entidades trabalharem porque seu contato é direto.
Como o cambone tem como obrigação ouvir o que o espírito ouve e fala, seu conhecimento, em cada consulta, aumenta consideravelmente.
Todo médium deveria começar na Umbanda como cambone e desempenhar com muita atenção esse papel durante o tempo de seu desenvolvimento pois essa pratica terá uma importância direta no seu comportamento como médium.
Parabéns aos Cambones pelo seu dia e muito obrigada por sua dedicação a nossa querida Umbanda!!!


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Qual a diferença entre perispirito, aura e duplo etério ?



Este é um assunto amplo, uma vez que estes termos sofrem interpretaçoes diferentes, dependendo do autor e do contexto.
Perispirito: é o conjunto energetico (fluidico) que atua como intermediario entre o espirito (o ser inteligente e imaterial) e a matériaria grosseira e pesada (corpo físico).
É tido, pela sua composição e funções, como um "corpo espiritual" ou seja, um envoltório semi-material do espirito (pois as energias são mais sutis que a matéria).
Dentre suas principais funções destaca-se a ligação com o corpo físico e a morfologia espiritual.
Duplo etérico: Denominado por alguns como corpo vital, ou campo vital, é um conjunto de energias mais materializadas, cuja função básica é a libação do perispirito ao corpo físico, provendo vitalidade a este. Na literatura espirita muitas vezes é citado e confundido com o fluido vital ou princípio vital, quando na realidade o fluído vital é um dos componentes do duplo etérico.
Aura: é um nome genérico para as irradiações energéticas que ocorrem a partir do espírito.
O perispirito irradia, o duplo etérico irradia e o corpo fisico também irradia. Este conjunto de irradiações é geralmente denominado aura.
Alguns autores acreditam que a aura captada pelas fotos Kirlian se referem as irradiações do duplo etérico+corpo físico e não do perispirito.
Os clarividentes geralmente conseguem perceber a aura dos indivíduos, que aparecem na forma de irradiações coloridas variáveis e em movimento incessante (como uma chama acesa, numa analogia).
O espirito André Luiz em algumas obras denomina a aura de "halo vital".


Umbanda, minha fé

A Umbanda ao contrário do que muitos pensam é uma religião que crê em um único Deus como criador de tudo que existe, chamado Olorum, criador do céu (Orun) e da terra (Ayé) e de todos os orixás que governam aspectos singulares dessa ampla e complexa co-existência do mundo espiritual e material, onde um mundo reflete o outro e convivem em harmonia .